Existem momentos na vida em que as aspirações deixam nossas mentes,
nossas perspectivas se tornam translucidas, livres desse fluído onírico que nos aprisiona,
as portas da percepção enfim ficam escancaradas,
para que assim possamos ver o que até então nos foi oculto,
e possamos sentir o que até então só sentiamos nos sonhos mais profundos,
e assim então viver como se nunca tivessemos vivido,
porque afinal de contas nunca enxergamos com nossos próprios olhos,
nunca caminhamos com nossos próprios pés, e por fim, nunca vivemos nossa própria vida.